Google é processado após homem cair de ponte e morrer enquanto era conduzido pelo Maps
Philip Paxson sofreu um acidente fatal nos Estados Unidos após aplicativo de navegação guiá-lo para ponte que desabou há nove anos
Uma família dos Estados Unidos processou o Google por negligência depois que um homem morreu ao ser conduzido para uma ponte que desabou há cerca de nove anos.
Em setembro de 2022, Philip Paxson, de 47 anos, dirigia seu carro em Hickory, na Carolina do Norte, enquanto usava o Google Maps.
No entanto, o serviço de navegação sugeriu que ele cruzasse uma ponte que caiu em 2013. O carro de Philip despencou e ele morreu afogado no local.
O acidente aconteceu em uma noite chuvosa, o que prejudicou a visibilidade do motorista. Ele não conhecia a região muito bem porque havia se mudado recentemente.
“Não familiarizado com as estradas locais, ele confiou no Google Maps na esperança de que o app o direcionasse em segurança para casa, para sua esposa e filhas”, disse o advogado Robert Zimmerman.
O processo, que também foi movido contra as empresas responsáveis pela manutenção da ponte, alega que o Google foi negligente ao não atualizar o sistema de mapas.
“Nossas filhas perguntam como e por que seu pai morreu e fico sem saber o que dizer. Ainda não consigo entender como os responsáveis pelas direções do GPS e pela ponte agiram com tão pouco respeito pela vida humana”, disse Alicia, viúva de Philip.
PHILIP PAXSON MORREU APÓS SER CONDUZIDO PARA UMA PONTE DESTRUÍDA. Foto: Família Paxson
De acordo com o advogado da família, os moradores da região já pediram diversas vezes ao longo dos últimos anos para o Google atualizar as informações no Maps, mas a empresa não atendeu às solicitações de contato.
A comunidade também havia pedido para as autoridades locais colocarem placas de aviso no local da ponte ou que reformassem o local de passagem antes que alguém se ferisse ou morresse.
“Descobrimos que o Google Maps conduziu motoristas como o Sr. Paxson para a ponte destruída durante anos; apesar de receber reclamações do público exigindo que o Google ajustasse o mapa e instruções para marcar a rota como FECHADA”, disse o advogado.
Um porta-voz do Google expressou condolências à família e reconheceu que estão analisando a acusação para avaliar todos os detalhes.
“Nosso objetivo é fornecer informações precisas sobre rotas no Maps e estamos analisando essa questão”, disse o porta-voz.
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